Sete pessoas são presas em operação contra o tráfico em Valadares

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Sete pessoas foram presas na manhã desta quinta-feira (17) durante uma operação contra o tráfico de drogas em Governador Valadares. Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, e foram apreendidos 1,5 Kg de maconha, duas porções de cocaína, cerca de R$ 8 mil, uma espingarda, munições, 11 celulares, dez veículos, entre carros e motos, além de documentos e outros aparelhos eletrônicos. A operação Planalto foi realizada pelo Ministério Publico de Minas Gerais (MPMG) e a Polícia Militar.
Segundo o promotor de justiça do MPMG, Evandro Ventura, uma denúncia anônima levou a Justiça e a PM a realizarem investigações sobre a ação da quadrilha, e as investiçãoes ocorreram entre os meses de março e outubro. “Algumas pessoas estavam sendo obrigadas a sair das suas residências para que essas pessoas, que foram presas hoje, pudessem realizar o tráfico no local; em uma oportunidade, um dos traficantes resolveu alugar essa casa.”

O tenente coronel Fabricio Masotti informou que 70 militares participaram da ação e que todos os presos já eram conhecidos da polícia. “A gente já tinha informações de que essas pessoas estariam envolvidas em outras modalidades de crime”.

Ele ainda destaca a importância da participação da população nas denúncias anônimas, que contribuem para o melhor desempenho do trabalho da polícia. “É fundamental que nós tenhamos informações através de denúncias anônimas, pois isso facilita e permite que a gente tenha uma atuação mais efetiva pra promover segurança pública na nossa cidade.”

Ainda de acordo com a PM, o grupo criminoso que foi alvo da operação já atuava no Bairro Planalto há cerca de 4 anos, mas os líderes da quadrilha acabaram sendo presos. A PM ainda disse que serão desenvolvidas outras ações na comunidade, com o objetivo de garantir mais segurança aos moradores. Segundo o promotor, a operação leva o nome do bairro, para que os moradores possam se identificar com a operação e enxergassem o início de ações do Estado na região.

Evandro Ventura também disse que ainda não é possível dizer quantas famílias tiveram de deixar suas casas por ordens dos traficantes, mas que ao menos três foram identificadas.

Via G1/Vales